quarta-feira, 28 de maio de 2008

Padrão dos Descobrimentos

O padrão dos Descobrimentos é um monumento histórico que homenageia os Descobrimentos Portugueses. Este monumento foi construído para dar a conhecer uma época importante da nossa História, época dos Descobrimentos, pois naquela altura havia alguns desconhecimentos sobre o tema. O primeiro Padrão dos Descobrimentos foi construído em 1940 e chamava-se Pavilhão dos Descobrimentos. Mas, como tinha sido construído com materiais pouco resistentes foi desmontado em finais da década de cinquenta. A construção definitiva do Padrão dos Descobrimentos data de 1960, quando se celebrou o quinto centenário da morte do Infante D. Henrique. O Padrão dos Descobrimentos é formado por um auditório, sala de exposições, miradouro, zona de snack e lazer. Numa das salas de exposições podemos encontrar painéis e objectos alusivos aos Descobrimentos, e ainda, especiarias... No exterior e em frente ao padrão podemos ver uma enorme Rosa-dos-Ventos onde naus e caravelas embutidas marcam as principais rotas dos Descobrimentos portugueses. No Padrão que faz lembrar uma caravela, podemos ver também nas partes laterais trinta e três esculturas que representa figuras importantes da nossa História como por exemplo: Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, Luíz Vaz de Camões, Gil Eanes... Podemos visitar o Padrão dos Descobrimentos em Lisboa, junto ao rio Tejo.



Texto Colectivo

Visita de Estudo

No dia vinte e um de Maio de dois mil e oito fomos a uma visita de estudo a Lisboa .
Começámos a viagem às oito e vinte da manhã, passámos pela Ponte 25 de Abril e chegámos mais ou menos às dez horas.
De seguida, fomos ver o Padrão dos Descobrimentos: primeiro fomos ver o miradouro que era no sexto andar, depois descemos as escadas até ao quarto andar para uma senhora (guia) nos falar do Padrão.
A seguir fomos almoçar no jardim do Mosteiro dos Jerónimos, estavam uns senhores a vender colares, depois fomos comprar pastéis de Belém .
De seguida , fomos para o autocarro e para a exposição Knojo.
Na exposição Knojo havia um jogo que era para cheirar coisas nojentas , havia um escorrega que era um intestino, havia outro que era para responder e tínhamos de ser muito rápidos ...
Depois fomos à exposição Vê, Faz e Aprende no mesmo sítio , essa exposição também foi muito engraçada.
A seguir fomos lanchar e comer um gelado.
Chegámos a Grândola às dezoito horas e trinta minutos.
O que eu gostei mais foi a exposição Knojo .

Adorei a visita !!!


Joana Ganhão

domingo, 16 de dezembro de 2007

domingo, 11 de novembro de 2007

Actividade na Biblioteca Municipal

No âmbito do projecto Palavras Andarilhas fomos à Biblioteca assistir à dramatização de parte do Livro – A FLORESTA- de Sophia de Mello Breyner.

Nós na Quarta-feira fomos à biblioteca ouvir uma história que não acabou.
Depois de ouvirmos a história fomos fazer uma roda, sentados no chão, para fazermos uma actividade que era fazer um cogumelo.
O cogumelo era feito de uma garrafa de plástico de iogurte, duas forminhas de papel para a cabeça e papel autocolante verde para a erva e vermelho para as bolinhas. No caule do cogumelo tínhamos que escrever o que era a amizade e eu escrevi” a Amizade é ter um amigo no coração”.
A seguir , eu li para a turma um livro de que não me lembro o nome.
A história foi contada por Tânia Brito(escritora de Sines).

Ana Filipa






Resumo da história



Era uma vez, uma menina chamada Isabel que vivia numa quinta.
Um dia, ela foi para o bosque e sentou-se ao pé de uma árvore muito velha a ler a história da Branca de Neve e os Sete Anões e ficou tão inspirada que decidiu fazer uma casinha para os anões.
Então assim foi, ela utilizou canas para fazer a porta, tirou a cama, o candeeiro, e o tapete da casa das bonecas e pôs dentro da casa, tapou o tecto e todos os buracos com musgo para não chover lá dentro.
No dia seguinte ela não pôde ir ao bosque porque não teve uma festa de anos e no outro dia também não porque tinha que ir ao cabeleireiro e no outro... só sexta é que ela conseguiu lá ir.
A Isabel chegou lá, abriu a porta e em cima da cama estava um anão a dormir. Ela não o queria acordar porque ele estava num sono profundo. De repente a Isabel espirrou e o anão acordou muito assustado. Isabel pediu-lhe desculpa e ficaram amigos.
Isabel ia todos os dias visitá-lo e até lhe pedia ajuda nos trabalhos da escola e ele sabia tudo porque tinha trezentos anos e nesse tempo todo vê-se, conhece-se, pensa-se e aprende-se muita coisa.

Joana
Ao fazer o estudo de uma Instituição Local fomos visitar a Santa Casa da Misericórdia de Grândola e ficámos a saber muitas coisas sobre esta instituição, assim, aqui fica um texto colectivo que elaborámos e algumas fotografias .




SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE GRÂNDOLA


A instituição SANTA CASA DA MISERICÓRDIA foi criada pela rainha D. Leonor. A partir daí outras foram criadas. A Santa Casa da Misericórdia de Grândola foi fundada em vinte e três de Julho de mil quinhentos e sessenta e oito com o objectivo de ajudar os mais necessitados.
Actualmente a Santa Casa da Misericórdia de Grândola presta apoio à terceira idade e também fornece refeições a toxicodependentes. Frequentam esta instituição duzentos e trinta idosos, sendo cento e sessenta internos e setenta estão em regime de Centro de Dia.
A instituição funciona vinte e quatro horas por dia e nela trabalham cento e duas pessoas entre pessoal administrativo, empregadas de limpeza, cozinheiras e ajudantes de cozinheira, operadores de lavandaria, ajudantes de lar, motorista.. .
As primeiras instalações da Santa Casa da Misericórdia de Grândola, fundada em mil quinhentos e sessenta e oito eram onde é hoje a sede da Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense, posteriormente foi construído o edifício que está voltado para o Posto da GNR e Loja dos Peneireiros e o que está voltado para o Jardim Municipal que anteriormente foi o Hospital . Estes edifícios foram construídos com o apoio de dois beneméritos bem conhecidos da nossa vila.
As instalações actuais são formadas por um conjunto de quatro edifícios. Um de estrutura mais antiga e três mais recentes. Assim , temos:
- bloco um - Lar
- bloco dois – Lar (idosos dependentes), cave (onde funciona a lavandaria)
- bloco três – Lar (idosos autónomos), cave (cabeleireira, capela e ginásio)
- secretaria
- refeitório (200 pessoas)
Os idosos que frequentam o lar da Santa Casa da Misericórdia ocupam o seu tempo livres nas seguintes actividades:
- jogos ( carta, dominó...)
- passeios a outras instituições, à praia...
- rendas e trabalhos manuais
- cestaria...

domingo, 23 de setembro de 2007